Natureza é nosso rumo
" Amo não menos o homem, porém mais a natureza. "
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Acampando sosinho.
Aqui algumas fotos:
GREENPEACE HOJE E SEMPRE…
Greenpeace Brasil, uma organização global e independente sem fins lucrativos, que atua para defender o ambiente e promover a paz, inspirando as pessoas a mudarem atitudes e comportamentos, sem violência, confrontando pacíficamente com a palavra chave ação. O Greenpeace vai investigando, expondo e discutindo crimes ambientais, desafiando os tomadores de decisão a rever suas posições e adotar novos conceitos. Também defendem soluções economicamente viáveis e socialmente justas, que ofereçam esperança para esta e para as futuras gerações, se compromete em levar a realidade e os desafios ambientais para a agenda política nacional e internacional.
História no Brasil - Ha 18 anos atrás, havia uma preocupação em montar uma equipe brasileira, e se depararam com o desafio de não haver profissionais especializados no país. A primeira geração de funcionários foi formada por ativistas do movimento político e social, o que se mostrou ideal, uma vez que, em um país em desenvolvimento como o Brasil, os desafios ambientais estão intrinsecamente vinculados aos sociais.
Quando o Brasil entrou para o mapa de países vítimas de ações internacionais predatórias, mal existiam ambientalistas no país. Com a realização da Eco-92 no Rio, quando mais de 180 países reconheceram os danos que causavam ao ambiente, o Greenpeace recebeu o empurrão que precisava para levantar o debate ambiental.

Foi durante o encontro, no dia 26 de abril, aniversário da explosão da usina nuclear de Chernobyl, que a tripulação do navio do Greenpeace Rainbow Warrior rumou para Angra dos Reis. Lá, 800 cruzes foram afixadas no pátio da usina nuclear, simbolizando o número de mortes ocorridas no trágico acidente na Ucrânia. O evento marcou oficialmente a inauguração do Greenpeace no Brasil.
A realização da primeira ação no Brasil é anterior à vinda oficial. Ao identificar a grande participação do país no comércio internacional de lixo tóxico, em 1989, o Greenpeace, junto com a organização Oikos, abortou duas tentativas da fábrica Produquímica de importar resíduos de metais pesados. Embora a entrada desse material não fosse proibida, o Brasil exigia autorização dos órgãos ambientais – e a Produquímica não a possuía.

Como resultado da pressão contra empresas poluidoras, como a Produquímica, em 1993 o governo brasileiro proibiu a importação de qualquer tipo de resíduo tóxico. Em março de 1994, a Convenção da Basileia dava o histórico passo de proibir a exportação de resíduos perigosos provenientes dos países-membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para os não pertencentes. Foi a primeira conquista do Greenpeace em âmbito internacional e a primeira do Greenpeace Brasil.
Em 1992, começava a investigação sobre exploração ilegal e predatória de madeira na Amazônia. A situação da região era ainda mais caótica do que hoje: não havia registro dos setores que impulsionavam o desmatamento, a fiscalização dos órgãos públicos era quase nula e a exploração comercial rolava solta.
Dois anos depois, foi realizada a primeira expedição naval pela Amazônia, denunciando o comércio ilegal desse produto. A Marinha brasileira, que acompanhava o navio do Greenpeace, decidiu expulsá-lo do país, ainda com tripulantes brasileiros.

Representantes da sociedade civil e da comunidade jurídica se posicionaram a favor da continuidade do trabalho de defesa ambiental. O Tribunal Superior de Justiça entrou com um pedido de revogação e o navio pôde voltar a sua rota. Esse foi um momento emblemático para o Greenpeace, afinal reconhecido publicamente como uma organização brasileira.
Entre 1995 e 1999, as campanhas de Energia e Transgênicos se iniciaram. Eficiência era o foco de Energia. Seu primeiro alvo foram as indústrias de refrigeração, que na época usavam gases CFC, que atacam a camada de ozônio e agravam o efeito estufa. Demonstrando que tecnologia, desenvolvimento e preservação ambiental podem caminhar juntos, o Greenpeace desenvolveu, em associação com o Instituto da Saúde Pública de Dortmund, na Alemanha, uma alternativa mais limpa de refrigeração – o “Greenfreeze” – menos poluente e mais eficiente.

Fortalecimento - O século 21 começa com novos trabalhos. A campanha de tóxicos denunciou a contaminação de solo e água por substâncias conhecidas como Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs). Grandes empresas como a Shell e a Gerdau pressão pelo fim da contaminação por POPs e investimento em tecnologia não poluente.
Com o início da campanha de Transgênicos, o Greenpeace fortalece no debate das políticas públicas o princípio da precaução, ou a responsabilidade dos governos de cobrarem provas de que novas tecnologias, como a de organismos geneticamente modificados, não causam danos à saúde humana e ao ambiente antes de aprovarem seu uso em larga escala.

A demanda sobre a campanha de Transgênicos cresceu com a entrada ilegal de soja transgênica na região Sul. Para proteger o consumidor, em 2002, o Greenpeace lançou o primeiro Guia do Consumidor, com uma lista de produtos com e sem transgênicos. A publicação, inédita no Brasil, trazia informação sobre 70 empresas de alimentos. A campanha pró-energias renováveis se fortalece como alternativa de fornecimento de energia à construção da usina nuclear de Angra 3.
Já em 2002, a campanha da Amazônia teve uma importante conquista. Após intensa pressão do Greenpeace, o governo brasileiro suspendeu o comércio de mogno, árvore ameaçada de extinção, e determinou uma auditoria em todos os planos de manejo florestal no Pará,apontados pelo relatório “Parceiros do Crime” como instrumento de ilegalidades e corrupção.
http://www.youtube.com/watch?v=ql7EIpdMaY0&feature=player_embedded
Em 2003, a Amazônia lançou o projeto Cidade Amiga da Amazônia. Seu objetivo foi o de criar uma legislação municipal que eliminasse a madeira de origem ilegal e de desmatamentos criminosos das compras municipais. Cinco anos após sua criação, o projeto foi ampliado, abarcando todas as compras públicas e privadas de madeira, chamando-se hoje Rede Amigos da Amazônia.
Em 2006, o Greenpeace publicou o relatório “Comendo a Amazônia”, detalhando como a demanda mundial por soja produzida na região alimenta a destruição da floresta. A rede McDonald’s foi a primeira a responder à denúncia, eliminando a soja amazônica de sua cadeia de suprimentos. No mesmo ano, a campanha obteve uma conquista importante, a criação de uma moratória de dois anos na compra de soja proveniente de novos desmatamentos na Amazônia

Olhando o futuro - No ano seguinte, a campanha da Amazônia lançou o projeto Desmatamento Zero, que convoca governos e sociedade civil pelo fim do desmatamento na Amazônia nos sete anos seguintes, garantindo os meios de vida locais e globais e o desenvolvimento regional e nacional.



Hoje no Brasil, são mais de 70 pessoas trabalhando nos escritórios de São Paulo, Manaus e Brasília, 250 voluntários, 47 mil colaboradores e 300 mil ciberativistas.
domingo, 25 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
Símbolo - Natureza é Nosso Rumo
Símbolo da equipe e do blog, não é o definitivo. terça-feira, 31 de maio de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Porque fazer Bushcraft?
Bom, com a ciências, insdustrialização e o aumento dos conhecimentos de técnicas de domínio do ambiente para construir cidades, o homem se isola cada vez mais das áreas de florestas e todos meios naturais que não sofreram ou sofreram pouca alteração de suas ações. Nos países desenvolvidos ou em relativo desenvolvimento, as cidades e o urbanismo tomam uma grande parte de seu torritório. Isolando áreas de florestas e conservando pequenas reservas. Já em países pobres em baixo desenvolvimento o contato com o meios antigos de se obter recursos é muito maior. Isso, como o próprio estado econômico do país ja sugere, pelo baixo desenvolvimento técnologico e incapacidade de investimentos.
A idéia é que o homem se isola cada ves mais do ambiente natural, no qual surgiu, e das técnicas antigas de obter recursos. Praticar bushcraft ou qualquer atividade que lhe deixa num contato maior com o meio natural, que te obriga a ter conhecimentos específicos para esse meio. Nos países com alto índice de catástrofes naturais o conhecimento de sobrevivência e bushcraft se torna essencial. Mas como o bushcraft é um esporte, uma atividade que não se utiliza apenas em casos de emergência, mas sim, em plena normalidade por prazer e diversão.
Se isolar para o mato, "fugir" das grandes cidades por alguns dias com amigos, não é algo novo. É praticado por acampistas, montanhistas, etc. A peculiaridade do bushcraft( arte do mato), é trazer o conhecimento e técnicas antigas a tona e usufrir o máximo possivel dos recursos da natureza. Por exemplo: se faz uma cama do mato com madeira, ao invés de levar uma barraca, e assim por diante. Sendo assim, o que tem realmente valor no bushcraft é conhecimento. Conhecimento esse de várias técnicas: conhecimento do corpo humano, ciências, primeiros socorros, fauna e flora do local, fabricação de ferramentas e objetos úteis no mato, etc. Esse conhecimento pode ser obtido na teoria por estudos e também na experimentação, no qual, surgem novas idéias e criações. Praticar bushcraft é sair da cidade moderna tecnológica( não que isso fosse ruim) e se sentir como os homens antigos, que lutavam para sua sobrevivência de modo primitivo. Conssiste em levar o mínimo e obter o máximo.





















